PRODUÇÃO DE VACINAS VIRAIS PARTE II: aspectos bioéticos
DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v15i1.4039

Guilherme Mateus BOUSADA, Erlon Lopes PEREIRA

Resumo


Na primeira parte do artigo foi discutida a produção de vacinas virais sob a perspectiva da Engenharia de Bioprocessos. Nesta segunda parte adota-se a bioética personalista ontologicamente fundada como modelo bioético para discutir o uso de linhagens celulares derivadas de abortos, tais como a MRC-5, WI-38, PER.C6 e HEK293, na produção de algumas vacinas. É feita uma discussão sobre o início da vida humana e a dignidade da pessoa, a relação entre o aborto e as pesquisas científicas, revelando alguns interesses econômicos e ideológicos que acompanham a questão. Propõem-se, por fim, que o desenvolvimento técnico-científico deve estar a serviço da pessoa humana, de modo que o progresso e a ética caminhem juntos.


Palavras-chave


Vacinas virais. Bioética. Personalismo ontologicamente fundado. Aborto. Dignidade da pessoa.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v15i1.4039

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ISSN: 1517-0276

EISSN: 2236-5362